Segurança da Informação nas empresas

Segurança Antifraude 18 de Abr de 2023

Os grandes pilares da segurança da informação nas empresas

A questão da segurança da informação nas empresas sempre vai estar em evidência. Até porque a evolução da tecnologia sempre vem acompanhada dos perigos criados pelos hackers, para burlar os sistemas e de alguma forma lucrar.

Pesquisa da Microsoft Global Cyber Risk Perception Survey aponta que 79% das empresas globais possuem entre as suas cinco maiores preocupações os riscos cibernéticos. Essa nuvem de preocupação jamais será dissipada completamente.

Na questão comportamental, os pilares da segurança da informação se baseiam em práticas e políticas de proteção de dados em ambientes empresariais. São diretrizes fundamentais para criar meios seguros e protegidos com o objetivo de minimizar riscos.

Esses pilares de defesa dos sistemas de TI protegem a infraestrutura da empresa com processos, políticas, estratégias, senhas, criptografia, firewalls e outros elementos que devem ser rotineiros.

São essas as diretrizes fundamentais:

1.    Confidencialidade

O primeiro dos pilares é o mais elementar. Os dados devem ser confidenciais, acessíveis a apenas um grupo interno e totalmente inacessível a agentes externos. Deve ser debatida e reiterada pelas empresas, tanto pela comunicação interna quanto pelos próprios gestores diante do seu staff.

É muito importante reiterar sempre as práticas de controle de acesso, senhas fortes, criptografias e monitoramento permanente de usuários.

2.    Integridade

A integridade é importante para que os dados não sejam violados e alterados ou deletados no todo ou em parte. Essa diretriz mantém a consistência, a totalidade e a confiabilidade dos dados.

Novamente aqui é preciso frisar a importância do acesso aos usuários porque pode haver imprecisão ou simplesmente má fé de usuários.

3.    Disponibilidade

A questão da disponibilidade está relacionada à facilidade de acesso em caso de necessidade. Porque a informação precisa estar protegida, porém acessível para os usuários certos e confiáveis, sob a pena de entraves e burocracia.

Para essa diretriz, é importante ter Big Data e sistemas atualizados, manutenção em dia e facilidade de acesso para usuários previamente cadastrados e autorizados, preferencialmente na nuvem para que possam acessar de qualquer lugar e em qualquer momento.

4.    Autenticidade

É o pilar que confirma a identidade dos usuários através de informações de acesso, como login, senha, biometria, etc. É o pilar que valida o procedimento de acesso correto e limitado à função de cada usuário.

As senhas mais difíceis de copiar ou violar por terceiros são as mais complexas, geralmente grandes (mínimo de 8 caracteres), com letras maiúsculas e minúsculas, caracteres especiais e números, com alterações periódicas.

5.    Irretratabilidade

É a última diretriz básica, inspirada no princípio da irretratabilidade do universo jurídico. Ela significa que uma pessoa ou organização mantenha a veracidade das operações, sem negar depois a autoria dos dados que forneceu. Ou seja, não será possível dizer que as informações foram dadas por outrem.

Para tanto, a tecnologia vigente conta com elementos de comprovação de operações, como certificados digitais e assinaturas eletrônicas.

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Proteja seus dados com sistemas baseados em workflows, usados por fintechs

Os workflows são módulos sequenciais que validam ou não processos nos sistemas das empresas. Monitoram dados, usuários e interrompem processos tão logo se perceba algo fora da programação. Este sistema é muito utilizado por fintechs e empresas de grande porte.

A PH3A Tecnologia de Dados dispõe do sistema DataMind, que edifica e monitora todo o fluxo de trabalho das empresas que se preocupam com segurança. Através dele, as chances de violação de dados ou fraudes chegam muito próximas do zero.

Além de monitorar os processos com total controle, o DataMind ainda possui recursos de grande inteligência, como integração a um dos maiores Big Datas do Brasil, cálculo de score, análise de crédito e segmentação de informações segundo o Business Intelligence.

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Adriano Cortês

Jornalista, designer e produtor de conteúdo, atua no segmento de tecnologia de dados e empreendedorismo digital.

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